26.10.04
Ela bem que queria me proporcionar à tempos uma surpresa. Naquele dia, pediu paa que eu ficasse absolutamente nu. Dei risada, mas ela não parecia estar brincando. Ordenou que eu sentasse em uma cadeira. Logo percebi qual era a fantasia que ela estava nutrindo: dominação.
Sentei-me onde havia me indicado para sentar e primeiramente me algemou e amarrou as mãos atrás da cadeira de forma a quase me machucar.
- Para, Ana! Você está me machucando.
- Fique quieto! - respondeu, ríspida.
Eu ri e continuei simulando alguma resistência o que era mais irreal do que qualquer outra coisa. A verdade era, talvez dura de assumir mas que eu estava adorando ser dominado, sentir,na pele, o que fazíamos (a maioria, não eu) com as nossas mulheres.
Amarrou minhas pernas na cadeira, colou uma "silver tape" em minha boca, vendou meus olhos e pronto, estava agora totalmente a sua mercê.
Agora estava ficando sério e eu me preocupava com o que viria a seguir. Até quando, até onde e porque tudo aquilo estava acontecendo? Sinto a unha que sei ser vermelha correndo pelo mu peito.
- Quer uma marca?
Eu me debatia tentando evitar que a sua unha cravasse em meu peito: não houve jeito. Senti a ponta da unha entrar em minha carne como um pequeno punhal e ampliar o ferimento bem lentamente.
- Isso.... Gostando né? Vai ver como é bom mexer comigo...
Continuou...
- Estou tirando os sapatos. Imagina o que vou fazer com eles?
Não entendia. Pés? Nem imaginava o que ela iria fazer. Ouvi o puxar de uma cadeira na minha frente e começou acariciar meu pênis com seus pés, primeiramente com um, depois com ambos em um movimento de subir e descer. Nunca tinha experimentado aquilo! Que sensação estranha e ao mesmo tempo agradabilíssima. Comecei a excitar-me , comecei a falar um pouco mais alto para que, mesmo sufocado com a silver tape pudesse ser ouvido.
- Será que te dou prazer ou não?
Ela ria, como uma posessa! E eu cada vez mais envolvido e interessado. Continuo massageando-me com os pés, falando palavras que nunca imaginava ouvir da boca de Ana. Depois, no auge da minha excitação, tomou-me com as mãos e me masturbava, alternando as velocidades, me fazendo endoidecer com a aceleração, depois a pausa e quando sentia que meu orgasmo se aproximava, parava para meu mais completo desespero.
É óbvio que houve uma hora que não havia como evitar, e ele veio, forte, farto, com uma onda inacreditável de esperma. Ela riu, limpu suas mãos no meu peito e barriga e arrancando a silver tape (doloridamente) me beijou.
- Eu sempre sonhei com isso... Te amo, querido...
Só sei que aquela noite transformou-se numa sucessão de prazeres indiscritíveis, iniciados pela simples brincadeira, ou melhor, pela realização de uma fantasia que para mim também era maravilhosa.
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