Desejos

Diarios do

16.6.05

Os sentidos de Ana - Olfato

Corremos a manhã toda no parque. Tomaríamos um banho e iríamos almoçar, já que acordamos tarde e andamos muito. De repente, resolvo que não sairemos, almoçaremos em casa. Pedi que você fosse ao mercado, suado mesmo, desculpa e fosse comprar algumas coisas que faltavam em casa.
Nesse meio-tempo tomei banho, me perfumei, relaxei um pouco e , como não sou santa, pensei algumas bobagens para variar.
- Vai tomar banho que eu vou colocar umas coisinhas para assar.
Você me beija e inadevertidamente deixa a camiseta sobre o tanque. Só sei que temperei a carne, coloquei no forno e fui cuidar da sua camiseta. Quem disse que eu consegui?
O seu cheiro invadiu minhas narinas. Tem gente a quem repugna o cheiro de suor mas à mim tem cheiro de homem, um cheiro ácido mas ao mesmo tempo (e curiosamente) atrativo.
Ao mesmo tempo em que senti o cheiro dela senti uma umidade, também ácida e almiscarada surgir em mim em resposta a excitação que me provocou.
Você não me ouviu gemer, você não me viu voltar ao nosso quarto onde você se banhava na suíte, você não viu me despir e também não me viu deitar na cama para esperá-lo.
No entanto, eu te vi bem sair de la´com os cabelos molhados, a toalha enrolada na cintura, um perfume maravilhoso que você exala quando recém banhado.
- Não fale nada! Vem! Me fode!
Assim, direto, sem rodeios, como uma exigência e ele ficou parado como que surpreso. Retirei a toalha e, com um sorriso safado percebi que ele estava excitado. Sentei na beira da cama e comecei a chupá-lo. Minha língua deslizava pelos eu membro, do saco até a extremidade e depois engolindo. Ele tenta me fazer deitar e eu tiro sua mão. Não! Não foi você que teve a idéia, portanto, não será você que irá conduzir (não é justo?).
Só parei quando ele disse que se eu continuasse ele iria gozar... Ah , não! Gozar não , de forma alguma, nunca.
Aí ele se cola em mim, me beija a boca, o pescoço (eu adoro) e deslizou perfeita e perversamente para meus seios cujos bicos nessa hora estavam duros. Como a boca desse sujeito é gostosa! Eu adoro quando ele morde meus mamilos e me olha safadamente nos olhos. Cachorro! Como você me tenta desse jeito?
Beijos na barriga, lambidas no umbigo, beijos na coxa, lambidas nos meus dedos dos pés, na sola, eu dando um chutinho simulado para rirmos um pouco.
Aí ele vai se dedicar a minha xoxotinha sems e esquecer de lamber o meu cuzinho , penetrar-me com a língua e me foder com ela (se você amgio nunca fez isso ou você amiga não experimentou isso, experimente), foi abrindo os lábios da minha xoxota e procurou o grelinho. Sugou e eu gemi como uma condenada...
Depois ele dedicou-se ao meu prazer com calma e lambidas leves e excitantes. Eu gemia descontroladamente e falei para ele que depois de tantas lambidas maravailhosamente feitas eu iria gozar. Só que esse safado não ficou nem um pouco preocupado e me fez gozar na sua boca e também nem respeitou a minha moleza, me penetrou e me fodeu como se eu fosse... alguém sem vontade e sem as sensações da penetração depois do gozo. Foi papai e mamãe e ele me roçava e me fazia delirar.
Que velocidade daquele garanhão safado! Quando ele iria gozar eu pedi que ele gozasse em meu rosto e assim ele fez. Senti o cheiro alcalino do seu esperma, nos beijamos e ficamos nos carinhando.
Até que, infelizmente, senti um cheiro de queimado. Saí correndo, nua mesmo e nem assim consegui salvar o meu assado. Quem também iria conseguir em pensar "naquela" carne nesse momento? Rimos e vimos que nossa nudez não era necessária e nem conveniente.
Final da história: comemos lasagna e vinho . Estavam gostosos mas muito mais gostoso foi o ante-pasto, seus cheiros e sabores.


Postado by Angelus | 4:30 PM


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